• Confederação Internacional

    da Sociedade São Vicente de Paulo

    30 milhões de pobres no mundo ajudados

  • Confederação Internacional

    da Sociedade São Vicente de Paulo

    "Eu gostaria de envolver o mundo em uma rede de caridade"

Nossos Santos Padroeiros

St vincent de paul

São Vicente de Paulo (1581-1660)

A imagem deste grande santo, caminhando pelas ruas de Paris a procura de mendigos ou de crianças abandonadas, percorrendo o interior da França, atordoada pela fome, a guerra e a miséria, nos é bastante familiar. Senhor Vicente também é conhecido por suas obras: fundação da Congregação dos Padres da Missão, da Companhia das Filhas da Caridade, das Senhoras de Caridade. Mas quem sabe que este homem de ação, buscava sua inspiração e sua força em uma vida de oração intensa? É assim que ele consagrava quotidianamente 3 horas do seu tempo à reza. Ele será canonizado em 1737.

 

 

 

Frederic Ozanam 2

Bem aventurado Frédéric Ozanam (1813-1853)

Aos 20 anos, o Bem aventurado Frédéric Ozanam e seus companheiros fundam a primeira Conferência de Caridade em Paris, em 1833, em um clima de instabilidade política e de grande miséria social para responder a criticas sobre “a inutilidade”da religião. Toda sua vida, ele continuará fiel a este engajamento destinado a se “manter firme na fé católica”. Titular da cátedra de literatura estrangeira na Sorbonne, o Bem aventurado Frédéric Ozanam se esforça para mostrar através de seus escritos históricos “a longa e laboriosa educação que a Igreja deu aos povos modernos”. Seu engajamento político e o restante de sua obra visam denunciar os excessos de uma sociedade em plena mutação chamando ao mesmo tempo a Igreja a ocupar seu lugar no serviço dos esquecidos para que a “caridade faça o que somente a justiça não saberia fazer”.

 

Vierge marie -Notre Dame

A Bem aventurada Virgem Maria, protetora da Sociedade de São-Vicente de Paulo

“'É um movimento de piedade cristã que nos uniu; (…) é por isso que a Virgem Santa e são Vicente de Paulo são nossos padroeiros, aos quais dedicamos culto particular e aqueles a quem nos esforçamos para seguir os passos.” (1eiro Regulamento da Sociedade, dezembro 1835)